quinta-feira, 2 de julho de 2015

Sem pressa ... Mas sem descanso!


Depois de ter estado parado mais de meio ano (por motivos de saúde) o regresso ao ginásio foi moroso (confesso).

Eram vários os fatores desmotivantes, desde a perda de músculo (durante este longo período parado), o aumento de alguma massa gorda (devida à exagerada ingestão de doces, aquando o período de baixa), enfim.

Comecei por andar em passo rápido, meia hora de manhã, depois de beber meio litro de água morna com meio limão (em jejum) mas depois de três dias, senti que estava a precisar de um choque ainda mais forte!

Afinal de contas, vinha de dois anos de treino com um PT, então era notória, a alteração da minha estrutura física.

Depois de ouvir inúmeras sugestões, aceitei o conselho de um amigo para experimentar uma aula de CrossFit.

Fiel ao Solinca há vários anos, fiquei satisfeito por saber que tinham lá uma plataforma, CrossFit  Antas by Solinca.

Tenho que vos dizer, que depois da primeira aula, pensei seriamente em desistir.

Senti que o meu corpo tinha sido levado a um extremo desconhecido, que me doíam músculos que eu nem sabia que tinha (risos).

Brincadeiras à parte, a relação entre a minha preguiça e os benefícios desta modalidade, tendeu somente para um lado e inscrevi-me.

Estou mega satisfeito!

Já conhecia um dos instrutores, o Luís Corujas, o que promoveu um maior conforto, face a todo este novo conceito na minha rotina.

De uma forma muito sintetizada, o CrossFit consiste num programa funcional de força e condicionamento, que tem como finalidade melhorar a capacidade física de qualquer pessoa, através da realização de exercícios com o peso corporal e da combinação de vários exercícios como sprintar, remar, saltar à corda, subir à corda, virar pneus, levantar pesos e carregar objetos pesados. 

O tipo de equipamento utilizado é muito variado e pode incluir barras para levantamento olímpico, halteres, anéis de ginástica, barras para elevações, kettlebells, bolas medicinais e caixas para treinar saltos. 





Com treinos geralmente curtos, mas bastante intensos, os resultados são visíveis logo nas primeiras aulas e asseguro, vicia!

Let's WOD* ...

FranciscoVilhena
*Dos momentos mais esperados pelos alunos (numa sessão de CrossFit) é o WOD (Workout of the Day)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Afinal de contas, quem é o verdadeiro irracional desta história?


Tem a duração de cerca de 5 minutos e é dos vídeos mais bárbaros dos últimos tempos.

Filmado na noite de São João, na freguesia de Mourão (concelho de Vila Flor) imagens chocantes de um gato que é fechado dentro de uma peça de barro, colocado no cimo de um poste, a 8 metros de altura, à medida que vai sendo (literalmente) queimado vivo.

Com o nome Festas de São João no Mourão 2015, o infeliz apelo a uma tradição (se é que se pode chamar isto a um atrocidade destas).

A Queima do Gato tinha sido abolida em 2008, ainda assim, o ser humano é de hábitos ... Fiel até nos piores!

O gato, “assado” vivo, acaba por cair e no vídeo (que me recuso a partilhar) ouve-se e assiste-se ao padecer do animal aos círculos, a miar desesperadamente até desaparecer na multidão.

Após o sofrimento brutal que lhe foi infligido, e a avaliar pelas imagens, custa a acreditar que o animal ainda possa estar vivo.

A população garante que nunca morreu nenhum gato e que o último que foi sujeito a esta prática está bem.

Numa entrevista para o telejornal, as pessoas alongam-se, dizendo que a dona do gato não só permitiu a colocação do animal no cimo do poste, como todos os anteriores têm sido cedidos pela mesma.

Num braço de ferro com a população, a GNR confirmou à Lusa que iniciou diligências, para identificar os autores no âmbito de um inquérito aberto no Tribunal de Vila Flor, depois das várias denúncias.

A associação de defesa dos animais Grupo Gato Urbanos também anunciou, hoje, que vai avançar com uma queixa-crime no Departamento de Investigação e Ação Penal, constituindo-se como assistente do processo, com o objetivo de levar à justiça os responsáveis e cúmplices e para que esta barbara e vergonhosa prática não se repita mais.

E eu pergunto, para onde estamos nós a caminhar?

Afinal de contas, quem é o verdadeiro irracional desta história?

FranciscoVilhena

Então e a Lara?!


Melhor ou pior, acho que todos nós, de alguma forma, nos recordamos da polémica que se gerou em torno da Lara, uma gata com sete anos, agredida (segundo fontes noticiosas) pelo companheiro e futuro noiva da dona.

Uma série de acontecimentos controversos, em torno daquele que virou um exemplo para todas as pessoas que tem medo de proteger os seus animais.

Isso aconteceu no passado Maio (Póvoa de Varzim) altura em a dona da gata, até então identificada no Facebook como De Carvalho Di, afirmou, no seu mural público que iria até às últimas consequências ...

Dessas mesmas agressões, resultaram um maxilar partido, dentes partidos e liquido nos pulmões.

Fernando André de Araújo, o suposto agressor, estava de casamento marcado, sendo que se viu abraçado, não só à rotura da relação, como à fúria social de todas as pessoas que quiseram ter voz neste assunto.

Acontece que, passado algum tempo desde a criação (pela dona) de uma página de apoio e angariação de fundos para a cirurgia, nada mais se soube da gata ...

Nesse mesmo perfil, as pessoas denunciam que ela não só já voltou para os braços do noivo (facto confirmado pela mesma) como ainda foram viajar.


Todo este caricato desenrolar, gerou uma nova onda de revolta, por parte das várias pessoas que contribuíram monetariamente para que o animal fosse assistido e operado.

Claramente que existem aqui três versões da história: a da Diana (dona da Lara), a do Fernando André (companheiro) e a verdade (que só eles conhecem!).

Agora (e depois de todo o alarido que se gerou, assim como de todas as acusações que foram feitas)  das pazes à viagem, como a ausência de notícias sobre a Lara, têm causado desconforto de quem tem seguido o caso.

As pessoas sentem-se enganadas ...

Nas redes sociais, De Carvalho Di publicou na página pessoal de Facebook (entretanto desativada) a garantia de que todo o dinheiro angariado foi para a operação, recuperação e comida da ‘Lara’ ... Graças a Deus, tenho todas as faturas, acrescenta.

Diana de Carvalho confirma que reatou o relacionamento com o noivo e lamenta que esteja a ser apelidada de "ladra" e "burlona". Ninguém tem relacionamentos perfeitos e quantos de vocês já não desculparam algo que não pensariam ser capazes?, questiona, revoltada com o "julgamento" de que tem sido alvo.

Palavras para quê?!

FranciscoVilhena

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Voltei!


Eu sei, eu sei que disse que passaria a ser mais assíduo, mas a verdade foi que abracei um recente e novo projeto e acabei por andar mais ocupado.

Entre a logística da melhor mudança e a habituação ao novo ritmo laboral, agora estou, oficialmente, deste lado outra vez.

As novidades são muitas, tantas que preciso de mais artigos que o tempo que tenho (risos) mas estou seguro de que vou encontrar a melhor solução possível.

O importante é que estou aqui, para os que gostam e até para os que menos gostam, e se dizem que à terceira é de vez, então seja! 

Espero que recuperemos o hábito de escrita/leitura que nos tem unido, ano após ano.

Até já

FranciscoVilhena

terça-feira, 2 de junho de 2015

"People in Need"


À primeira vista, parece que estamos perante uma campanha publicitária de uma marca de acessórios, por exemplo ...

Fotografias bem conseguidas, com habitantes locais, onde se destaca o contraste entre as cores fortes e a árida paisagem.

A verdade é que esta disparidade, entre o luxo e o pobre, apela a algo bem mais cívico ...

Trata-se da campanha da ONG Cordaid para o o projeto People in Need.

As imagens não só causam um enorme impacto, como ao mesmo nos comovem. 

Se olharmos com atenção, percebemos o abismo entre o consumismo (aqui retratado como exacerbado) e o facto de muitas pessoas não terem o suficiente, sequer, para as necessidades mais básicas.

As fotografias mostram africanos, que vivem na extrema pobreza, posando com itens de "luxo". 

Depois estabelecem a comparação dos preços desses mesmos artigos, com produtos de necessidade básica, como água e comida.

No final, a campanha traz-nos uma enorme reflexão de qual o valor real do dinheiro.

Vale a pena refletir.

FranciscoVilhena




sexta-feira, 29 de maio de 2015

Obrigado!

Depois de uma temporada sem falar convosco, está mais que na hora, de quebrar o silêncio.

Assumo este intervalo sem escrita como intencional.

A verdade é que precisei deste tempo, para me organizar e reorganizar... As novidades estão para chegar.

Quais?

Não posso contar, vou tirar partido da curiosidade ... Minha e vossa (risos).


Brincadeiras à parte, só vos posso dizer que o meu crescimento acompanha o carinho que tenho sentido, ano após ano, de todas as pessoas que estão desse lado ...

Mesmo das que gostam menos, nunca escondi que as críticas (quando fundamentadas) me ajudam a mudar ou a perceber as coisas que me possam correr menos bem.

Por todos estes motivos, mais forte do que nunca, hoje quero deixar o meu redondo Obrigado, a todos vocês.

FranciscoVilhena


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Animais Valiosos


A resgatar, reabilitar e realojar animais em situação de risco e abandonadas, a associação Quatro Patinhas ganha força, no combate a a favor dos amigos de quatro patas.

Ainda assim, todos os esforços parecem sempre poucos, quando se trata de salvar animais em situações delicadas, muitas vezes na luta entre a vida e a morte.

Numa ideia revolucionária, esta ONG está a promover uma ação que apelidou de "Animais Valiosos".

Nas pet shops substituem, por um dia, os animais à venda por outros para adoção.

As pessoas gastam um valor absurdo pra comprar um animal quando existem outros que poderiam estar levando um amor incondicional pro resto da vida sem precisar que a pessoa gaste um centavo por isso, diz Christianne Duarte Garoui, presidente e fundadora da associação.




Segundo a Quatro Patinhas, já estão agendadas 41 datas da ação em uma série de pet shops.

Gostava de acreditar que nós possamos ter, nesta organização não governamental, o incentivo certo, para nas nossas lojas de animais, fazermos o mesmo.

Eu tenho uma cadela de raça, que Amo e era o meu Sonho, um gato que comprei e um que adotei ... 

Não sou contra os animais comprados, porque à partida obriga, por si só, a uma espécie de compromisso de não abandono mas também acho que estas ações são, não só extremamente importantes, como essenciais!

Vale a pena ver a reação das pessoas, quando ficam a perceber que o animal que pretendem comprar, na realidade estava para oferecer ...


Obrigado Quatro Patinhas!

FranciscoVilhena