segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Um por todos ... E cada um por si!


Longe vão os tempos dos três Mosqueteiros, do romance de Alexandre Dumas. 

Atualmente, vivemos numa sociedade em que as sinergias (infelizmente) só existem nas coisas menos boas ...

Não foi a vida que inverteu as coisas ... Foram as pessoas!

Contamos pelos dedos (de uma mão, entenda-se, risos) quem nunca ouviu tecer observações gratuitas nada construtivas em relação a terceiros, só porque sim.

Eu acho que essa dita perda de tempo, se deve a uma enorme insatisfação pessoal, mas pronto, não passa da minha opinião.

Agora o que me assusta, seguramente, muito mais, é sermos confrontados com aquilo a que eu apelido de união desunida.

Seja no trabalho (ou naquilo a que muitos apelidam de amizade) o que conta é o 'eu'.

Claro que isto não é nada que transpareça, ainda por cima com a elevada capacidade habilidosa que alguns adquirem com um requinte de malvadez digno de um filme dramático.

Mas é o que temos! Infelizmente ...

Face a tudo isto, já me aconteceu estar rodeado de pessoas que acredito remaram no mesmo barco que eu e dar por mim à deriva ...

Qual remo qual bóia, foi mesmo cada um por si, quem sabe nadar, nadou, quem não sabia nadar, afogou.

Eu até tive aulas de natação, quando era miúdo, mas confesso que lições para isto, só as que a vida nos dá.

Um por todos ... E cada um por si!


FranciscoVilhena

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Foschino Pets Fashion

Depois da recente redecoração do meu quarto (ver artigo Querido, Mudei o Quarto), faltava um elemento, não menos importante.

A segunda cama que o mesmo alberga (risos) ... A da Carlota.

Grande parte dos cães, gosta de dormir debaixo dos lençóis por isso existem as chamadas camas 'saco-cama' ou 'gruta' ... 

Ora a Carlota não é exceção e desde sempre que tenta furar a roupa da cama, para reclamar o seu próprio lugar ... Tentava.

Confesso que já a algum tempo tinha encontrado uma confortável solução, quando comprei uma dessas mesmas camas, mas picuice ou não, quis uma nova, que abraçasse de forma harmoniosa a nova decoração.

Estava consciente de que não seria uma procura propriamente fácil. não fosse o tema escolhido a azulejaria portuguesa.

Aceitei a sugestão do veterinário da Carlota, e visitei a página de Facebook da Foschino.

Mandei uma mensagem, elevando a fasquia daquilo que pretendia e a resposta foi imediata.

Em menos de nada, já estava a receber amostras de tecidos, forros e a discutir tamanhos e modelos.

Um desfecho que teve um fim rápido e que superou (confesso) as minhas expectativas. 

Para além do tecido, que na minha suspeita opinião é fabuloso, uma cama que tem um lado de Inverno (com o chamado efeito saco-cama, forrado a pêlo cinzento) assim como um lado de verão (o outro lado da cama) num tecido idêntico mas mais claro.


Outro importante pormenor é o facto desta cama, ao contrário das que vi até então e mesmo da que já tinha, trazer um fecho (invisível) que permite tirar a capa para lavar e se um dia quisermos, até mesmo trocar o forro (que é, na verdade, uma almofada com medidas padrão, ou seja, fácil de substituir em qualquer altura).


Cada pequeno enorme detalhe, pensado não só a pensar na satisfação deles como dos donos também.

Um projeto personalizado, com um preço (asseguro, ímpar), uma entrega rápida e com dois mimos  em forma de osso para os nossos cães.


O resultado, bem, que o diga a Carlota.

FranciscoVilhena





sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Quando o Amor se afoga ...

À primeira vista, parece que vou realmente falar de Amor, num sentido poético, mas não (ufas!).

A verdade é que me esbarrei numa notícia (e desculpem a sinceridade) que me soltou algumas gargalhadas e não consegui deixar de partilhar convosco.

Foi numa tentativa de noite romântica, à beira mar, que este episódio teve lugar.

Guilherme (o jovem de 23 anos que planeou surpreender a namorada) acabou por ser ele o verdadeiro surpreendido.

Sábado, próximo das cinco da manhã, decidiu estacionar o carro na areia e tudo parecia correr bem até a água bater nos pés (ups).

O inesperado desespero levou a uma situação ainda pior, quando Guilherme, que tentava escapar, acabou atolado num canal de porto de pesca.

O acidente, que impediu a passagem de barcos no local, assustou o casal, que teve dificuldade em sair do carro visto que a água já estava pela cintura e estávamos apenas a uma distância de cinco metros da areia ...

O carro acabou literalmente engolido pelo mar, sem consequências para o casal, que saiu ileso (sem ganhar para o susto).

Depois de cinco horas submerso, retirado com um guincho, o carro saiu limpinho, não tivesse este sido o seu maior banho (risos).

E porque um azar (dizem) nunca vem só, neste caso veio em grupo.

Para além do carro (agora lavado), Guilherme perdeu os documentos e o telemóvel (que nesta altura consta-se estar a ser usado para aceder às redes sociais de alguma tainha).

Longe de mim (quem me conhece sabe bem) rir do mal alheio, mas quando tudo acaba bem, olho para trás e tento tirar o melhor de tudo.

À parte do susto (e da lição, "eu não tenho nenhum jipe"), o romance de poucos meses (esse sim) naufragou.

FranciscoVilhena



Tudo aconteceu 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

CONFIA por Sofia Ribeiro


Depois de lhe ter sido diagnosticado cancro da mama, no passado mês de Novembro de 2015, Sofia Ribeiro abraçou aquela que tem sido uma das suas mais duras lutas.

Uma notícia que gerou ondas de apoio, após a partilha pela própria nas redes sociais.

Apesar de contornada, Sofia Ribeiro transmitiu força e positivismo, junto dos fãs assim como perante outras mulheres, igualmente vítimas desta implacável doença. 

"Que possamos juntas enfrentar com força, paz, esperança e amor todos os passos deste caminho"

Considerado como o tipo de cancro mais comum entre as mulheres*, corresponde à segunda causa de morte por cancro, na mulher.

Em Portugal, são detectados cerca de 6.000 novos casos de cancro da mama, anualmente, sendo que 1.500 mulheres perdem esta batalha, contra a doença. 

Uma vez mais, foi nas redes sociais que Sofia Ribeiro decidiu, a partir de um vídeo, partilhar o momento em que surge, na praia, na companhia dos amigos, a rapar o cabelo ...

A atriz da TVI divulgou as imagens, acompanhadas pela música Confia, de Diogo Dias, junto a um post onde explicava que o seu cabelo tinha começado a cair.

"Começou a cair. Como se estivesse colado com a cola que usava na escola, aquela amarela. Passei a escova e caiu. Foi um segundo. Tremi toda! Um arrepio que veio da cabeça até à barriga... Nem sei explicar bem. Senti algo a descolar mas não queria olhar! Eu sabia que a sensação estranha quando passei a escova não era só uma sensação. Baixei os olhos, não queria ver-me no espelho, não estava com coragem...e bato os olhos no tapete. Caiu"...

No final do vídeo, Sofia deixa uma mensagem. "Acredita. És muito mais do qu o teu cabelo. Não é o cabelo que te assusta, é o cancro. Confia, vai dar tudo certo."
Imagens fortes, que despertam em nós um aperto de 'quero ajudar', de 'ninguém merece passar por isto' ...

Lágrimas que representam as inúmeras vítimas desta implacável doença.

A todas as mulheres, um abraço apertado, por favor, não desistam ... Não desistam.

FranciscoVilhena


*Não considerando o cancro da pele

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Querido, Mudei o Quarto


Quando o parecer de mudar o quarto se colocou em prática, a parte da conclusão do projeto foi a maior dor de cabeça.

O primeiro (impensado) passo, foi chamar um pintor para prolongar as riscas da cabeceira até ao teto.

Depois de alterados os móveis, faltava encontrar uma temática para os detalhes decorativos.

A verdade é que os pequenos apontamentos fariam, claramente, toda a diferença.

Entre decisões indecisas (risos), azulejaria portuguesa foi a escolha.

A roupa de cama e as almofadas, foram relativamente fáceis. 

A segunda certeza, foram os puxadores das sapateiras (assim como o da mesa de cabeceira).

Os anteriores, em inox, deram lugar a uns novos em cerâmica pintada.


Ainda na Zara Home, o embrace, com a junta de centro também em cerâmica.


Na mesa de cabeceira (dentro deste tema) coloquei dois castiçais que tinha em casa (super antigos, guardados na esperança de um dia cumprirem uma finalidade). 

As coisas pareciam estar a compor-se, cama nova, roupeiro novo, cortinas novas, ... e a decoração.

Respirei de alívio ... Mas por pouco tempo (risos).

Logo ali, na entrada do quarto, dois quadros com borboletas (que continuam a ser dois quadros bonitos) mas que não se enquadravam no novo ambiente.

Foi numa das muitas idas ao IKEA, que esbarramos em duas molduras (com fundo) e foi daí que surgiu a nova inspiração: emoldurar dois azulejos antigos.

Percorri os espaços que me lembrei, entre lojas e grandes superfícies, à procura dos ideais mais foi na verdade no OLX, que encontrei uma inúmera variedade, dos mais antigos aos mais novos, passando inclusivamente por réplicas de azulejos históricos.

E se por um lado, estava seguro desta opção, do nada, um anúncio de andorinhas em azulejo português conquistou-me.

Um trabalho manual bastante cuidadoso, de peças pintadas à mão, com inúmeros motivos, incluindo azulejo português.




Foram semanas de ideias pensadas e colocadas em prática.

Partilho convosco o antes ... e o depois!

Querido ...





... Mudei o Quarto!






FranciscoVilhena


sábado, 19 de dezembro de 2015

Uma Casa com histórias ... Obrigado Navarro

Hoje quero partilhar convosco um desfecho curioso mas, para que vos situe, deixem-me recuar um pouco.

Há semanas que andava à procura de uma campânula para colocar o meu advento, três emblemáticas estátuas que herdei da avó materna.

Percorri das lojas mais económicas às mais caras e nada.

A dada altura, coloquei as três figuras no carro, na milagrosa esperança de me cruzar com aquilo que satisfizesse as minhas exigências e digo-vos ... em vão.

A desistência era já oficial.

Do nada, nunca a 'ironia do destino' fez tanto sentido para mim.

Foi precisamente nesta quarta-feira, quando fui deixar o meu carro para um recondicionamento interior, no Pinheiro Manso, que enquanto fazia tempo para a minha boleia de regresso, entrei na Casa Navarro.

Acho que foi a magia deste espaço ímpar que sussurrou o meu nome e logo ali, dezenas de campânulas em representação daquilo que eu mais queria.




Não tento sequer esconder, fiquei empolgado, sim, encontrei não só o que queria, como muito mais. 

Cores, novidades, decorações e cheiros associados a lembranças ...

Apesar do notório encanto, saí da loja de olhar cabisbaixo, cúmplice da vergonha que senti (como é possível não conhecer tão emblemático espaço?!).

Fui atendido com um contagiante sorriso e em menos de nada, fiz gosto na página do facebook e enviei uma mensagem com a certeza de voltar.

E voltei!

Saí de lá de coração cheio, não só por ter satisfeito aquilo que pode soar a capricho mas pelo caloroso e indescritível atendimento da proprietária, Maria Filomena Carvalho da Silva.

Dispensará apresentações, as clientes e amigas tratam-na com uma carinhosa familiaridade e eu, saí seguramente mais culto.

Aqui entre nós, que ninguém nos ouve, ficou difícil vir embora sem trazer tudo comigo.











Já em casa, estou de coração cheio ... 

Não escolhi rigorosamente nada, deixei-me levar por quem tem um gosto inspirado nas centenas de viagens que faz e palavras para quê?

Superou as minhas expectativas.





Obrigado Maria Filomena Carvalho da Silva, Obrigado Casa Navarro.

FranciscoVilhena

Rua S. João de Brito nº11
226176546


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Até já cabelo ...


Não vos escondo que há muito que o meu cabelo (ou a falta dele) me preocupava ...

O problema foi-se arrastando, arrastando tempo demais e acho que o impulso dado pelo meu cabeleireiro (que há meses me dizia para optar por um transplante) promoveu o primeiro passo.

Depois de selecionar algumas das melhores clínicas, entre indicações e consultas, tornei a estagnar, incapaz de tomar uma decisão.

Foi numa conversa de amigos, que a título de desabafo, a Cláudia Jacques me sugeriu a Clínica de Saúde Viável, na Foz ...

Chegamos juntos e digo-vos, a primeira impressão conquistou-me.


À parte da belíssima fachada que mantiveram, a localização privilegiada assim como as vistas, fizeram de toda a envolvência, um lugar que promoveu a vontade de lá estar.

Mas o mais importante seria a solução para o meu cabelo, ou a dúvida, do que ainda poderia ser feito.

Estou consciente de que não se notava (sempre aparentei ter imenso cabelo) mas o segredo esteve no penteado certo e a ajuda de um espelho, que todos os dias, tornavam fácil a habilidade de iludir até os mais atentos.

Confio na Cláudia, o que por si só, já era um indício bastante positivo, mas faltava a satisfação daquilo que me deixava em baixo.

 A consulta ultrapassou as minhas expectativas.

Não só as condições superavam a concorrência, como o número de folículos era muito maior.

Sim, neste tipo de intervenção, é a quantidade de folículos que nos preocupa (risos).

Da primeira consulta à segunda, passou algum tempo, o meu receio seguinte era o facto de ter que rapar o cabelo.

Se o que me assustava era a falta dele, rapá-lo virou um antecipado pesadelo.

Entre dúvidas e incertezas, a segunda consulta aconteceu.

Inesperadamente, disseram-me que dali a dois dias tinha uma vaga. Era agora ou para o ano.

Pronto, foi o empurrão que faltava.

Tudo aconteceu no passado dia 25 de Novembro ...

Eram 8:30 e preparava-me para entrar, tão nervoso como ansioso.


Acho que passei meses, na sala de espera ... Que na verdade, pouco mais foram que 15 minutos.


O sorriso amarelo e a última fotografia antes de ir ao corte.


A intervenção começou pontualmente, às 9h e terminamos perto das 19h.

Fizemos dois curtos intervalos, 30 min para almoçar e cerca de 15 min para lanchar, onde tive direito (e isto tem que ser um segredo nosso) a bolo de chocolate e outros doces.

Entre as anestesias, o transplante, e o recobro dos dias que se seguiram, digo-vos, valeu bem a pena.

Os resultados podem demorar até 18 meses, por isso, temos encontro marcado para este desfecho.

Até já.

FranciscoVilhena