segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

Tanya Heath Flagship Store


Quando aceitei o convite da Cláudia Jacques para estar presente na pré-inauguração da flagship store Tanya Heath, estava longe de imaginar o que ia encontrar.

A verdade é que chegamos a uma altura em que achamos que já pouco ou nada nos vai realmente surpreender ... Mas surpreendeu.

A designer franco-canadense Tanya Heath (atualmente a viver em Paris) teve uma ideia genial e ao mesmo tempo “simples”.

Criou um sapato cujo salto pode ser trocado variando-se assim, não só a sua altura, mas também o estilo.

O mesmo sapato vai de uma quase sapatilha até um “stiletto” simplesmente mudando-se o salto. 




Para além do vasto leque de opções entre cores, formas, materiais e alturas, todos os modelos são em couro macio.

A sola interna é literalmente feita com espuma amortecedora e a própria forma do calçado é mais largas, o que confere mais conforto aos dedos.

Paula Andrade trouxe este inovador conceito para Portugal e inaugurou a primeira loja de sapatos da marca.

Com a presença da própria estilista, um evento que contou com o sorriso de muitas caras bem conhecidas.




















FranciscoVilhena

Todas as fotografias utilizadas são de autoria de Christian Seabra e partilhadas no perfil público e privado Cláudia Jacques

quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

As pessoas ... E as festas


Existem dois tipos de pessoas: as que vão a festas ... E as que trabalham.

Eu sou das que trabalham (risos).

Pois é, estamos oficialmente invadidos por pessoas que parece que não têm tempo para mais nada, andar de evento em evento consegue preencher toda uma agenda!

Não tenho porque esconder que também já passei por essa fase (é verdade) mas depois amadurecemos e percebemos que a vida vai muito além disto.

Entre o que vestir e com quem ir, os habituais atropelamentos pelas fotografias e as dezenas de publicações nas redes sociais, acho que só falta a remuneração mensal.

As pessoas munem-se das centenas de fotos tiradas aqui e ali e depois não percebem que são meramente conhecidas pelos eventos que frequentam e não pelo que são.

Será que não existe uma essência por trás do salto alto?

Está aí alguém atrás desse laço?

Ter reconhecimento pelos sítios onde vamos é muito diferente de sermos reconhecidos pelo que somos.

Ninguém sabe bem o que fazem ou de onde vêm, apenas o cabeleireiro que frequentam e as marcas que vestem.

E depois, enquanto acham que estão no auge do seu cor de rosa, não percebem que são motivo de conversa pelos motivos mais caricatos.

É importante perceber que os eventos existem mas que devemos moderar aos que vamos e porquê que vamos e isto, aplica-se até a mim.

À parte dos relações públicas e cuja profissão passa mesmo por aqui, devemos concentrar-nos nos eventos de cariz social (nunca são demais), aqueles que profissionalmente nos importam ou mesmo pela amizade de quem convida ...

Tudo o resto, são peanuts.

Encher os murais de festas só demonstra uma certa inversão de valores, por aquilo que realmente importa ... Digo eu.

A imagem vazia não enche o ego a ninguém e de pouco ou nada serve estar atrás de um ecrã a colocar centenas de álbuns de festas e olhar para o lado e não ter um amigo verdadeiro.

É que as festas ... terminam e depois como fica o dito 'conto de fadas'?

 FranciscoVilhena

Fotografia retirada de Moda à Porter
modaaporter.wordpress.com

terça-feira, 16 de Setembro de 2014

Era uma vez o Norteshopping ...


Hoje começo pelo "Era uma vez", assim, em jeito de narrativas para crianças ...

Acontece que (e ao contrário das ditas 'fábulas' normais) o 'Era uma vez' vai ditar o fim do desfecho desta minha história e não o início. 

Pois é, abriu pela primeira vez em Portugal uma loja Primark!!!

Sim, é que (ironias à parte) só isso explica as dezenas de pessoas que faziam fila (pasmem) desde as 8:30.

Apesar da hora marcada da inauguração (oficialmente) ser 11:00, entre encontrões, pisadelas e olhares curiosos, os corredores e entradas do shopping, já não se recordavam de tamanha afluência.

Se por um lado fico assumidamente satisfeito pela criação de novos postos de trabalho, assim como pelo regozijo do consumidor que tem agora acesso a preços mais simpáticos, por outro, custa-me perceber o comportamento das pessoas, face a abertura desta nova loja.

Acho que nem na revindicação dos nossos direitos fomos tão unidos (risos).

Sempre tive o Norteshopping como referência para fazer compras, ir ao cinema e mesmo ter daquelas refeições rápidas ...

Prima pela localização privilegiada, pelas marcas que alberga e pelo sossego ... perdão, desassossego.

Toda uma nova realidade.

No meio de tudo isto (e entre os milhares de curiosos) ainda existiu quem se emocionasse ...

Eu fui uma dessas pessoas (que apesar de não ter chorado quando a grade subiu) trinquei o lábio a alguns quilómetros dali ... Era uma vez o Norteshopping.

FranciscoVilhena

sexta-feira, 12 de Setembro de 2014

Uma ideia como tantas outras ...


Não conheço ninguém que num determinado momento da sua vida, não tivesse que recorrer a um sincero pedido de desculpas ...

Custa, às vezes assumir que fizemos asneira, que erramos, que tivemos a atitude menos certo com quem deveríamos fazer exatamente o contrário ...

Mas o ser humano é mesmo assim, erra, vai continuar a errar e felizes daqueles que, pelo menos, tentam mudar o rumo errado das coisas.

Na verdade, acho que é preciso ser-se bem mais forte para assumir um erro que para ignorá-lo.

Não sei fazer vídeos e muito menos sei editá-los por isso mesmo, a partir de um telemóvel, limitei-me a dar aso aquilo que talvez, um dia, tenha ficado por dizer ...

Pelas vezes em que pedi, pelas vezes em que devia ter pedido ou até mesmo pelas vezes que não percebi que o devia ter feito, Desculpa.

Não deixes nada por dizer ...

Segue o que sentes.




FranciscoVilhena


Uma produção Taste of Spotting
Conduzido por Francisco Vilhena
Realização Márcia Mendes
Edição por Francisco Vilhena
Música de Keane - Somewhere Only We Know

quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

O Cliché do 'Quando menos esperares ...'


Depois de uma temporada afastado, decidi que estava na hora de regressar ...

A mesma forma de escrita, a mesma postura, mas um atrevimento diferente.

Decidi colocar os 'pontos nos is´, afinal de contas, este é o meu espaço, esta é a minha casa!

E nada como a inspiração certa, para o desenrolar de um novo recomeço.

Hoje a chuva idiota partiu de uma daquelas frases que me provocam uma coceira nervosa ...

Ah e tal, 'quando menos esperares ...' 

Todos nós temos aqueles amigos, que durante um desabafo, nos passam a mão na cabeça com um 'quando menos esperares ... ' 

Eu sou da tribo dos intensos, não espero ... Desespero (risos).

A realidade é que esta frase, cliché, é tão certa como a chave do euromilhões que nunca acertei ... Nem vou acertar.

Seja numa suposta futura relação, seja num suposto futuro emprego, enfim, ninguém, num momento apertado, espera que a solução apresentada seja o 'quando menos esperares' ...

É como aumentar (vertiginosamente) o abismo entre a nossa tristeza e o tão inesperado desfecho.

Não sei a vossa opinião em relação a este assunto, que na verdade é tão banal como falar de outra coisa qualquer, mas a mim, tira-me do sério.

Não naquele ponto de me deixar irritado, mas de retorquir com um 'não tinhas mesmo mais nada que dizer ' ... 

Bem, quando assim for ... prefiro que não digas nada!


FranciscoVilhena

terça-feira, 2 de Setembro de 2014

Hoje escrevo para ti ...


Eu sei que não vais ler isto, como também sei que partilhar algo tão forte no blog, pode não fazer sentido para algumas pessoas ...

Mas para mim faz e depois, a dúvida de ser apenas um texto bonito ou mesmo aquilo que sinto, vai sempre existir, por isso mesmo, só tu me vais entender (mesmo que sejas tu a única pessoa que não vai ler).

Hoje acordei assim, com aquela sensação de estar fechado do lado de fora ... 

Eu talvez até estivesse do lado de dentro mas a minha insegurança não me deixou entender isso e acabei por complicar o que aparentemente se esperava que fosse fácil ...

Sabes quando acordas com a certeza de estares incompleto?

Quando sentes falta daquele toque, daquele suspiro, ...

E no final ... Rasgas a face com um sorriso, porque até a lembrança acaricia o sentimento

Podia dizer tantas outras coisas, que na verdade nem as sei dizer ... Só sei sentir.

Por hoje fico por aqui ...

Tu sabes que é verdade ...

Os outros vão achar que isto não passa de 'poesia'.


FranciscoVilhena

terça-feira, 12 de Agosto de 2014

Pelo Villa C Hotel & SPA, o meu Perfect Weekend Runaway


E no primeiro dia oficial da minha segunda ronda de mini férias, encontrei o cúmplice ideal para um perfect weekend runaway.

Estão a ver, aquele conceito 'vá para fora cá dentro'?

Foi mais ou menos por aí.

Sossegado, relaxado e confortável, o Villa C Hotel & Spa foi a escolha certa!

A piscina, o jacuzzi, a sauna, o banho turco e a cidade de Vila do Conde, os ingredientes para espairecer a cabeça ... E a alma.

Cheguei com o tempo cinzento (que com esta bipolaridade de clima, já não nos espanta) e como era relativamente 'cedo', antes mesmo de deixar as coisas no quarto, decidi dar uma volta a pé  ...

O meu primeiro encontro, foi com o 'barco dos piratas' (risos)

Pronto, não é, mas a réplica da nau quinhentista seduziu-me, seja pela imaginação de outros tempos, seja pela envergadura da mesma.


O passeio continuou e acabei numa espécie de conversa com o Rio, que ás vezes, nestes nossos 'retiros', também é preciso.


Acho que não falamos o suficiente, mas a fome apertou e segui caminho.

Entre as muitas opções, sentei-me na esplanada do Forninho.

Tive um almoço light (ainda que as maravilhosas predições nos seduzam em cada vitrine) ao ponto de aceitar o desafio do Vilacondense.


Nada como um bolo tradicional para adoçar o dia ...

Não de deixem enganar pelo tamanho (risos)

O Vilacondense é feito de massa folhada e tem recheio de ovos moles ... Ouch!

Entretanto começou a chover (muito) e percebi que estava um pouco longe do Hotel, para um regresso 'seco'.

Valeu-me a simpatia de uma das funcionárias deste espaço, a Andreia, que mesmo sem nos conhecer de lado nenhum, depressa foi até ao carro buscar dois chapéus de chuva.

Palavras para quê? Obrigado.

Cheguei finalmente ao quarto, e nem a roupa meio ensopada me demoveu do sorriso entusiasmado.


Ainda tive direito a uns mimos (a Marta Vilar pensa em tudo)!!



A chuva não parava, e apesar do quarto confortável, estava na altura de juntar alguma diversão adicional ... 

Um final de tarde passado no SPA.






Delicioso!!

O primeiro dia chegava ao fim, e terminei a noite com uma vista maravilhosa sobre a cidade ... E um brinde!


Segundo dia e desta vez o Sol entrava pelo quarto, numa espécie de abraço saudoso.

Começamos com um pequeno almoço, digamos que ... bem 'vitaminado'.


E claro, estava na hora de aproveitar o Sol!

Por ali as praias são muitas e entre as escolhas, fiquei na que me pareceu menos povoada.

Praia da Senhora da Guia.

Pronto, não tinha as camas e os chapéus de sol em palhinha, mas tinha o sossego de ouro ... enquanto teve (risos)


Uma brincadeira que me valeu o primeiro (enorme) escaldão do ano mas isso agora .. não interessa nada.

Foram dois dias muito divertidos, entre o que conheci e o que não vos posso contar, é que isto do melhor deve mesmo ficar connosco.

Adorei o hotel, a simpatia da Andreia e tanto tanto mais ...

Outra coisa que descobri ...  Rir durante o dia faz com que durma bem melhor à noite.

FranciscoVilhena